Qwerty é o Senhor das Notícias. Ele não nasceu em papel, mas sim na primeira máquina de escrever, a testemunhar a transição da tinta para o pixel. O seu corpo robusto de máquina de escrever clássica é uma homenagem ao rigor e à tradição do bom jornalismo, enquanto o papel branco no seu topo representa a notícia fresca e a adaptabilidade ao futuro digital. Qwerty dedica-se sobretudo ao jornalismo, sendo o guardião da verdade na escrita e na comunicação. Ele vive na Sala de Imprensa, um ambiente onde o ruído das máquinas de escrever antigas se mistura com o clicar silencioso dos teclados modernos.
A sua missão é ensinar o rigor, a estrutura e a responsabilidade da escrita. Qwerty surge quando é preciso redigir um texto informativo, aprender a fazer uma notícia, ou quando se tem de distinguir o facto da opinião. Ele trabalha em parceria com La Pis (gramática) e Gina (leitura), mas foca-se na organização da informação e na credibilidade da fonte. O seu poder mais importante é a “Tinta da Verdade”, que permite projetar textos e notícias (do passado e do futuro) e destacar, em tempo real, as estruturas jornalísticas (título, lead, desenvolvimento) e os desvios ao rigor. No entanto, o seu ponto fraco é a “Notícia Falsa” (Fake News). Quando o texto é usado para desinformar ou distorcer factos, as suas teclas enferrujam e ele fica incapaz de escrever, pois a mentira é a sua antítese. Ele ensina que a escrita é um poder que exige responsabilidade cívica.


