Português – Dora & Amigos https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt Aprende com a turma da Dora Fri, 17 Oct 2025 08:01:28 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://i0.wp.com/www.doraeamigos.leonorsimao.pt/wp-content/uploads/2024/05/DORA_1080X1080.png?fit=32%2C32&ssl=1 Português – Dora & Amigos https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt 32 32 248890106 Qwerty https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/personagem/qwerty/ https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/personagem/qwerty/#respond Fri, 17 Oct 2025 08:01:28 +0000 https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/?post_type=personagem&p=547 Qwerty é o Senhor das Notícias. Ele não nasceu em papel, mas sim na primeira máquina de escrever, a testemunhar a transição da tinta para o pixel. O seu corpo robusto de máquina de escrever clássica é uma homenagem ao rigor e à tradição do bom jornalismo, enquanto o papel branco no seu topo representa a notícia fresca e a adaptabilidade ao futuro digital. Qwerty dedica-se sobretudo ao jornalismo, sendo o guardião da verdade na escrita e na comunicação. Ele vive na Sala de Imprensa, um ambiente onde o ruído das máquinas de escrever antigas se mistura com o clicar silencioso dos teclados modernos.

A sua missão é ensinar o rigor, a estrutura e a responsabilidade da escrita. Qwerty surge quando é preciso redigir um texto informativo, aprender a fazer uma notícia, ou quando se tem de distinguir o facto da opinião. Ele trabalha em parceria com La Pis (gramática) e Gina (leitura), mas foca-se na organização da informação e na credibilidade da fonte. O seu poder mais importante é a “Tinta da Verdade”, que permite projetar textos e notícias (do passado e do futuro) e destacar, em tempo real, as estruturas jornalísticas (título, lead, desenvolvimento) e os desvios ao rigor. No entanto, o seu ponto fraco é a “Notícia Falsa” (Fake News). Quando o texto é usado para desinformar ou distorcer factos, as suas teclas enferrujam e ele fica incapaz de escrever, pois a mentira é a sua antítese. Ele ensina que a escrita é um poder que exige responsabilidade cívica.

]]>
https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/personagem/qwerty/feed/ 0 547
Notícia https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/videos/noticia/ https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/videos/noticia/#respond Thu, 16 Oct 2025 23:22:29 +0000 https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/?post_type=videos&p=539

No jornalismo impresso, a notícia é o texto mais importante. É através dela que os jornais informam os leitores sobre acontecimentos atuais e relevantes. O seu objetivo é contar factos verdadeiros, de forma clara, rápida e ordenada, para que qualquer pessoa possa compreender o essencial logo nas primeiras linhas.

Estrutura da notícia

Uma notícia é composta por várias partes, cada uma com uma função específica. No jornalismo impresso, a apresentação visual e a organização da informação ajudam o leitor a perceber logo o que é mais importante.

🔹 Antetítulo
É uma frase curta colocada acima do título, que serve para introduzir o tema ou dar contexto à notícia.
Exemplo:
Antetítulo: Educação – Novo ano letivo começa com mudanças

🔹 Título
O título é a parte mais visível da notícia. Deve resumir o essencial de forma apelativa e direta, despertando o interesse do leitor.
Exemplo:
Título: Governo anuncia novas regras para os manuais escolares

🔹 Superlead
Alguns jornais incluem um superlead, ou seja, uma frase logo a seguir ao título que desenvolve um pouco mais a informação principal.
Exemplo:
Superlead: Medida vai abranger todas as escolas públicas do país a partir de setembro.

🔹 Lead (ou entrada)
O lead é o primeiro parágrafo da notícia e a parte mais importante.
Deve responder às seis perguntas essenciais do jornalismo:
👉 Quem? O quê? Quando? Onde? Como? e Porquê?

Exemplo:
Lead: O Ministério da Educação anunciou ontem novas regras para a distribuição de manuais escolares gratuitos, que passarão a ser digitais em todas as escolas públicas a partir do próximo ano letivo.

🔹 Corpo da notícia
Depois do lead, segue-se o corpo da notícia, onde se apresentam os detalhes, explicações e reações.
Aqui o jornalista pode incluir:

  • declarações de fontes (entrevistados);
  • dados e números que apoiem a informação;
  • antecedentes ou consequências do acontecimento.

O corpo deve estar dividido em parágrafos curtos, cada um com uma ideia principal.

Técnica da pirâmide invertida

A técnica da pirâmide invertida é a forma mais usada para escrever notícias na imprensa.
Imagina uma pirâmide virada ao contrário:

  • no topo (parte mais larga) está o mais importante — o lead;
  • a meio vêm os detalhes e explicações;
  • no fim (parte mais estreita) ficam as informações menos relevantes ou de fundo.

Esta estrutura permite que o leitor compreenda rapidamente o essencial, mesmo que não leia a notícia até ao fim. Também facilita o trabalho dos editores, que podem cortar as últimas linhas sem retirar o sentido principal.

Critérios de noticiabilidade

Nem tudo o que acontece é notícia.
Os critérios de noticiabilidade ajudam o jornalista a escolher o que merece ser publicado.

Alguns exemplos:

  • Proximidade: quanto mais perto acontecer, mais interessa.
    • Um incêndio na tua cidade é mais relevante do que um no estrangeiro.
  • Importância: quanto mais pessoas forem afetadas, mais valor tem.
    • Uma greve nacional tem mais peso do que uma local.
  • Atualidade: o que é recente chama mais atenção.
    • Um facto de ontem é notícia; um de há duas semanas já não é.
  • Surpresa ou imprevisibilidade: acontecimentos inesperados são mais noticiáveis.
    • “Aluno salva professora em aula” desperta curiosidade.
  • Famosos ou figuras públicas: o público interessa-se por pessoas conhecidas.
    • “Atleta português vence medalha olímpica”.
  • Negatividade: acontecimentos tristes ou fora da norma atraem mais atenção.
    • Acidentes, desastres ou crimes costumam ser notícia.

Estes critérios são como “óculos” que o jornalista usa para ver o mundo e decidir o que deve chegar ao público.

A objectividade

A objectividade é uma das regras mais importantes do jornalismo.
Ser objectivo significa contar os factos sem dar opiniões pessoais, deixando que o leitor tire as suas próprias conclusões.

Para garantir a objectividade, o jornalista deve:

  • confirmar a informação em várias fontes;
  • ouvir os diferentes lados de uma história (o chamado “contraditório”);
  • evitar expressões de opinião, adjetivos e exageros;
  • escrever de forma clara, simples e imparcial.

A objectividade dá credibilidade ao jornalismo e faz com que os leitores confiem nas notícias que leem.

Bibliografia

  • Simão, J. (2007). Manual de Jornalismo Impresso – O Informativo. Portal Comunicamos & Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
  • Sousa, J. P. (2001). Elementos de Jornalismo Impresso. Universidade da Beira Interior.

Bibliografia complementar

1. Simão, J. (2007). Manual de Jornalismo Impresso – O Informativo. Vila Real: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro / Portal Comunicamos. Disponível em https://comunicamos.wordpress.com

2. Sousa, J. P. (2001). Elementos de Jornalismo Impresso. Porto: Universidade da Beira Interior. Disponível em https://www.bocc.ubi.pt/pag/sousa-jorge-elementos-jornalismo-impresso.pdf

3. Traquina, N. (2002). Teorias do Jornalismo: Porque as notícias são como são. Lisboa: Editorial Notícias. (Trechos e resumos disponíveis em repositórios académicos portugueses).

4. Correia, F. (1997). O que é Jornalismo. Lisboa: Difusão Cultural. Disponível em repositórios académicos da Universidade Nova de Lisboa: https://run.unl.pt

5. Meneses, J. (2018). A notícia: conceito, estrutura e funções no jornalismo contemporâneo. Revista Comunicação Pública, 13(25), 1–18. Lisboa: Universidade Nova de Lisboa. Disponível em https://journals.openedition.org/cp

6. Marinho, S. (2013). Manual de Jornalismo: Da recolha à edição da notícia. Porto: Universidade do Porto. Disponível em https://repositorio-aberto.up.pt

7. Costa, C. (2019). O género notícia e o lead jornalístico na imprensa digital. Revista Media & Jornalismo, 19(34), 45–62. Lisboa: Universidade Nova de Lisboa. Disponível em https://impactum-journals.uc.pt/mj

8. Lopes, F. (2007). A notícia: Construção e narração do real. BOCC – Biblioteca Online de Ciências da Comunicação. Universidade da Beira Interior. Disponível em https://www.bocc.ubi.pt

9. Correia, J. C. (2010). Jornalismo: Do conceito à prática. Covilhã: Universidade da Beira Interior. Disponível em https://www.livroslabcom.ubi.pt

 

Sugestão de pesquisa adicional

Para aprofundar o tema da notícia enquanto género jornalístico em português, recomendo explorar:

]]>
https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/videos/noticia/feed/ 0 539
Quantificadores Numerais https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/jogo/quantificadores-numerais/ https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/jogo/quantificadores-numerais/#respond Tue, 07 Oct 2025 16:17:54 +0000 https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/?post_type=jogo&p=340

Quantificadores Numerais

Testa os teus conhecimentos sobre Quantificadores Numerais. Será que vais conseguir 100%??

1 / 10

Qual destas opções indica quantidade exata?

2 / 10

Os numerais ordinais servem para indicar quantidade, e não posição.

Escolhe 3 respostas.

3 / 10

Quais destas palavras são numerais fracionários?

4 / 10

Como se chamam os numerais que mostram quantas vezes algo se repete?

5 / 10

A palavra “dúzia” é um numeral coletivo que representa um grupo de 12 elementos.

6 / 10

Na frase “O Pedro chegou em segundo lugar”, o numeral segundo é:

7 / 10

Como se chamam os numerais que mostram partes de um todo, como “meio” ou “um terço”?

8 / 10

Assinala as frases em que o numeral foi usado como determinante (vem antes do nome)

9 / 10

Os numerais concordam sempre com o nome em género e número, por exemplo: “dois meninos” e “duas meninas”.

10 / 10

Qual das opções não é um tipo de quantificador numeral?

Your score is

The average score is 90%

0%

]]>
https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/jogo/quantificadores-numerais/feed/ 0 340
Quantificadores Numerais https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/videos/quantificadores-numerais/ https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/videos/quantificadores-numerais/#respond Tue, 07 Oct 2025 08:01:17 +0000 https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/?post_type=videos&p=333 Os quantificadores numerais são palavras que usamos para indicar quantidades exatas, ordem, partes ou grupos de algo. Eles são muito importantes porque nos ajudam a falar e a escrever com precisão, sem deixarmos dúvidas sobre “quanto”, “quantas vezes” ou “que parte” estamos a referir.

Por exemplo, quando dizemos “duas maçãs”, “um terço do bolo” ou “o dobro da altura”, estamos a usar palavras que indicam quantidades ou medidas. Estas palavras chamam-se numerais, e dentro delas encontramos os quantificadores numerais, que são os que se relacionam diretamente com a ideia de quantidade.

Tipos de Quantificadores Numerais

Os quantificadores numerais podem dividir-se em vários grupos, cada um com uma função específica na frase:

Numerais cardinais

São os que indicam a quantidade exata de seres ou objetos. Dizem “quantos” há. Usamos estes numerais quando contamos.
Exemplo: “um”, “dois”, “três”, “dez”, “cem”, “mil”…
Na frase “Tenho três livros”, o numeral três mostra exatamente a quantidade.

Numerais ordinais

Mostram a posição ou ordem que algo ocupa numa sequência.
Exemplo: “primeiro”, “segundo”, “terceiro”, “quinto”…
São muito usados em concursos, listas, datas e títulos.
Exemplo: “Cheguei em segundo lugar.”

Numerais multiplicativos

Indicam multiplicação, ou seja, quantas vezes algo se repete ou aumenta.
Exemplo: “dobro”, “triplo”, “quádruplo”, “quíntuplo”…
Na frase “Ele tem o triplo da idade dela”, o numeral mostra que a idade é três vezes maior.

Numerais fracionários

Mostram partes de um todo, como quando dividimos algo em pedaços iguais.
Exemplo: “meio”, “um terço”, “um quarto”, “um décimo”…
São muito usados em matemática e em situações do dia a dia, como “Comi metade do bolo”.

Numerais coletivos

São palavras que representam um grupo com uma quantidade certa de elementos.
Exemplo: “dúzia” (12), “dezena” (10), “centena” (100), “milhar” (1000)…
Na frase “Comprei uma dúzia de ovos”, o numeral coletivo indica um grupo de 12.

Como se comportam na frase

Os numerais podem aparecer antes do nome (determinantes) ou no lugar do nome (pronomes).

Como determinantes: aparecem antes do nome, para o especificar.
👉 “Dois alunos faltaram.”
Como pronomes: substituem o nome, mantendo a ideia de quantidade.
👉 “Faltaram dois.”
Também é importante saber que os numerais concordam com o nome em género e número.
Por exemplo: dizemos “dois meninos” mas “duas meninas”.

Numerais compostos e a forma de escrita

Os numerais podem ser simples (formados por uma só palavra) ou compostos (formados por mais de uma palavra).

Simples: um, dez, cem
Compostos: vinte e um, cento e cinco, mil e duzentos
Nos numerais compostos, usamos a palavra “e” para ligar as partes, e seguimos regras específicas para o uso do hífen e da escrita correta (como em “vinte e dois” ou “trinta e cinco”).

 

Usos especiais e curiosidades

Alguns numerais podem ter mais do que uma função:

A palavra “meio” pode ser numeral (“meia hora”), adjetivo (“um meio círculo”), ou até advérbio (“meio cansado”).
A palavra “dúzia” é um numeral coletivo, mas também é um substantivo: podemos dizer “uma dúzia de rosas”.
Já “dobro” e “triplo” podem ser usados como numerais (“o triplo de açúcar”) ou como substantivos (“O dobro não é suficiente”).
Os numerais aparecem em muitas situações da vida: em datas, endereços, medidas, provas, jogos e notas. São essenciais para comunicar com clareza, especialmente quando precisamos ser exatos.

Porque é importante aprender os numerais

Aprender os quantificadores numerais ajuda-nos a falar e escrever melhor, a evitar confusões e a organizar as ideias. Saber a diferença entre “meio”, “dois”, “duas vezes” e “dúzia” permite-nos comunicar com precisão, seja em português, em matemática ou nas ciências.
Dominar os numerais também é importante para compreender textos, resolver problemas e construir frases bem estruturadas.

Tipo de Numeral O que indica Exemplos de palavras Função na frase Observações importantes
Cardinais Quantidade exata (número certo) um, dois, dez, cem, mil Contar objetos ou pessoas → “Tenho três livros.” Concordam com o nome (duas meninas / dois meninos).
Ordinais Posição ou ordem numa sequência primeiro, segundo, terceiro, décimo Indicar ordem → “Cheguei em segundo lugar.” Usados em datas, listas, capítulos, títulos, etc.
Multiplicativos Vezes ou aumento de quantidade dobro, triplo, quádruplo Mostrar que algo é multiplicado → “Ele tem o dobro da minha idade.” Podem funcionar como adjetivos ou substantivos.
Fracionários Partes de um todo meio, um terço, um quarto, um décimo Indicar divisão ou fração → “Comi meio bolo.” Usados muito em matemática e medidas.
Coletivos numéricos Grupo com número certo de elementos dúzia (12), dezena (10), centena (100), milhar (1000) Mostrar conjunto → “Comprei uma dúzia de ovos.” Funcionam como substantivos, mas expressam quantidade.

Fontes

  1. Ciberdúvidas da Língua Portuguesa. (2009). Quantificadores numerais e adjetivos numerais. Consultado em 2025, em https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/quantificadores-numerais-e-adjectivos-numerais/26531
  2. Porto Editora. (s.d.). 2.6 Quantificador. Porto Editora. Consultado em 2025, em https://recursos.portoeditora.pt/recurso?id=24106511
  3. Ciberdúvidas da Língua Portuguesa. (2021). Os quantificadores numerais: dúzia, dezena, década e duplo. Consultado em 2025, em https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/os-quantificadores-numerais-duzia-dezena-decada-e-duplo/36437
  4. Cunha, C., & Cintra, L. (2017). Nova gramática do português contemporâneo (7.ª ed.). Rio de Janeiro: Lexikon.
  5. Direção-Geral da Educação (DGE). (2021). Os quantificadores numerais [aula / recurso]. Consultado em 2025, em https://estudoemcasa.dge.mec.pt/2020-2021/3o-e-4o/portugues/23
]]>
https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/videos/quantificadores-numerais/feed/ 0 333
Gina https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/personagem/gina/ https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/personagem/gina/#respond Tue, 30 Sep 2025 23:46:12 +0000 https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/?post_type=personagem&p=185 Gina nasceu de uma folha de caderno que foi preenchida com o primeiro apontamento perfeito. Ela não é apenas papel; é a personificação da Memória Ativa. Ela vive no Salão dos Saberes, um repositório interdimensional que contém todos os resumos, esquemas e anotações feitas por estudantes. A Gina acredita que o conhecimento só é nosso se soubermos transformá-lo em algo pessoal, seja através de um bom sublinhado, um esquema eficaz ou uma nota lateral. Ela é a ponte entre a estrutura rígida de La Pis e o vasto mundo das histórias, e a sua sabedoria estende-se a todas as linguagens, sendo capaz de interpretar e organizar a informação em Português, Inglês ou Espanhol.

A sua aventura começa quando um jovem se sente assoberbado por muita informação ou não consegue memorizar um conceito. Gina aparece para o guiar através da arte de “ler com propósito” e “anotar com significado”. O seu poder, o “Scan da Concentração”, permite-lhe realçar as palavras-chave no texto e criar um mapa mental holográfico no ar, ajudando a organizar o pensamento. No entanto, o seu ponto fraco é o “Vazio Digital”. A aprendizagem sem reflexão, como a cópia de informação sem entendimento, ou o consumo passivo de ecrãs, fá-la ficar pálida e sem linhas, pois o seu propósito é a retenção e a personalização do saber. Ela ensina que, para se conectar com o mundo, primeiro é preciso conectar as ideias.

]]>
https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/personagem/gina/feed/ 0 185
La Pis https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/personagem/la-pis/ https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/personagem/la-pis/#respond Tue, 30 Sep 2025 23:20:08 +0000 https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/?post_type=personagem&p=177 La Pis nasceu do primeiro traço que transformou um som numa letra, sendo a guardiã das Regras da Gramática e da Clareza da Escrita. Ela não é apenas um lápis; é a personificação da estrutura textual. Vive na Biblioteca dos Esboços, uma dimensão onde todas as frases não terminadas e todos os parágrafos riscados aguardam a sua forma final. Ela acredita que, tal como a Métrica usa a geometria para construir casas sólidas, ela usa a gramática para construir ideias sólidas. La Pis observa com um misto de humor e cansaço a luta dos jovens com os erros, mas sabe que a chave para o poder da comunicação reside na disciplina das palavras e no uso correto da pontuação.

A sua grande missão é desmistificar as regras do Português, mostrando que a gramática não é uma punição, mas um superpoder que nos permite sermos entendidos por todos. La Pis surge para resolver “crises de comunicação”, como e-mails confusos, redações desorganizadas ou a eterna dúvida do “mas” versus “mais”. O seu poder reside na capacidade de visualizar a estrutura da frase, corrigindo erros em tempo real e ensinando a escrever com fluidez. No entanto, o seu ponto fraco é a Gíria Vazia e a Preguiça Textual. Quando a linguagem é usada de forma descuidada, sem substância, a ponta de La Pis embota, e o seu poder de correção diminui. Ela ensina que, para ter um impacto, é preciso primeiro ter precisão.

]]>
https://www.doraeamigos.leonorsimao.pt/personagem/la-pis/feed/ 0 177