Crónicus não é um mero cidadão romano; ele é o Senador da Memória Histórica. Nasceu em Roma Antiga e, entre os grandiosos templos e os rituais aos deuses, desenvolveu uma profunda ligação com a passagem do tempo. Foi um evento mágico, durante um estudo num antigo pergaminho sobre Cronos, que lhe concedeu um dom extraordinário: a capacidade de viajar livremente através das épocas, sem alterar o passado, apenas para observá-lo. A sua toga, embora clássica, está gasta das incontáveis viagens através das civilizações, e a sua coroa de louros, embora dourada, cintila com a luz de séculos de conhecimento. Ele é o guardião dos “Anais do Tempo”, um vasto repositório de eventos, culturas e invenções humanas.
A sua missão é dar vida à História, transformando datas e nomes em narrativas emocionantes e lições de vida para os jovens. Crónicus surge quando a história parece aborrecida ou quando se questionam os erros e os acertos do passado. Usando o seu poder do “Portal Temporal”, ele leva os jovens a testemunhar em primeira mão a construção de pirâmides no Egito, as assembleias na Grécia Antiga ou os grandes desafios de Cidadania nas revoluções modernas. No entanto, o seu ponto fraco é o “Anacronismo”. Quando os factos são distorcidos, as cronologias misturadas ou as culturas julgadas fora do seu contexto, a sua toga esbate-se e a sua coroa de louros perde o brilho, pois a distorção do passado é o seu maior inimigo. Ele ensina que, para construir um futuro melhor, é preciso primeiro entender de onde viemos.



