Métrica não é uma régua comum; ela é a Projeção da Geometria Universal, uma entidade que emergiu nos primórdios da civilização, quando os primeiros humanos sentiram a necessidade de construir, desenhar e medir o seu mundo. O seu corpo, adornado com as marcas de todos os sistemas de medida que existiram – desde os palmos e pés antigos até ao sistema métrico decimal moderno –, contém o conhecimento exato das dimensões de tudo. Métrica possui o dom de ver o “Fio de Ouro”, a proporção matemática perfeita que se esconde em todas as coisas, seja na delicada folha da Florinda ou nos vastos anéis de Saturno que a Astra tanto adora. A sua missão é, fundamentalmente, dar forma, dimensão e escala a tudo o que parece abstrato, transformando conceitos complexos em construções sólidas e compreensíveis.
Métrica emerge sempre que há um desafio de desenho, construção ou planeamento, trabalhando em perfeita sintonia com a Dora. Ela ensina os jovens a não apenas medir o mundo, mas a compreender o espaço à sua volta, a desenhar com precisão e a construir com lógica. O seu poder, o “Traço Mestre”, permite-lhe projetar linhas de medição no ar, transformando o espaço em papel milimetrado e criando hologramas de formas geométricas perfeitas para explicar as suas propriedades. No entanto, Métrica tem uma fraqueza que a desorienta: a Imprecisão e o “Olhómetro”. Qualquer medida feita sem cuidado, qualquer desenho sem escala ou atenção, fá-la tremer, pois contradiz tudo em que ela acredita: a ordem e a exatidão. Por isso, Métrica inspira os jovens a valorizar a precisão, a detalhar as suas ideias e a construir um mundo feito de solidez e proporção.



